Mais um que tenta Falar

Quero falar de algo que muitos já falaram, já cantaram, já escreveram e que já inspirou a milhares, que é tema de debates intermináveis, e não é nada novo embora se renove, pois é eterno.

O amor é mais do que isso, é paradoxal em suas definições e conceitos.
Há amor para todos, embora seja tão raro,
Está em extinção mesmo sendo infinito,
Ele permeia entre a simplicidade e o inexprimível,
É muitíssimo forte e respeitoso,
É de incalculável valor e mesmo assim todos podem experimentá-lo,
O mundo é pequeno para ele, mas cabe no peito.

A força do amor é suficiente para transformar o mundo inteiro, ele pode alcançar a todos. Embora ele seja capaz de abranger soberano sobre todos, não serão todos abraçados por ele. Não que o amor não queira estar em todos os corações, é que sua maior característica é o respeito, ele não habita em corações que não querem ser felizes em abrigá-lo, ou melhor em vidas que por ele não aceitam ser protegidas.

O amor não arranca um sim, mesmo tendo os melhores argumentos.
É criativo, mas não força uma situação.
É conhecedor sem jamais bisbilhotar.
É imenso sem ser exagerado.
É diplomático, mas não omisso.
É notório em sua suavidade.
Está sempre presente, mas não sufoca.
Não dirá sim se o não é necessário.

Não é de agora que falam de amor, e só toda a eternidade bastará para vivê-lo.

“Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor”. I Coríntios 13: 12,13.